I ENCONTRO INTERNACIONAL DE ECOTURISMO DO CENTRO DE PORTUGAL

Com mais de 200 inscritos e com largos milhares de visualizações nas redes sociais, quer ao nível nacional como internacional, predominantemente em Espanha e América do Sul, demonstrou bem o interesse que a temática tem em Portugal. Após as comunicações houve um debate onde se apontaram caminhos sobre o que precisamos de fazer para que o Ecoturismo seja uma forte realidade em Portugal e que oportunidades existem para o seu desenvolvimento na Região Centro.

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Consulta Pública

“PLANO TURISMO + SUSTENTÁVEL 20-23 Mais do que um desafio, é o caminho”

Na análise objectiva do documento dispõem-se um conjunto de intenções que já deviam estar há muito tempo no panorama turístico em Portugal, para se construir um melhor turismo.

Também a omissão sobre o Ecoturismo, não havendo qualquer referência no texto do documento, levou a que a ECOTURIS tivesse dado o seu contributo para a melhoria deste plano estratégico tão necessário.

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Turismo Criativo

O turismo criativo é uma viagem voltada para uma experiência engajadora e autêntica, com a aprendizagem baseada na participação nas artes, no património, ou no carácter especial de um lugar e com a conexão que este fornece com os que lá residem e com a sua cultura viva.” (UNESCO).

Os territórios criativos têm como pressuposto a dependência das pessoas como recurso fundamental para a criatividade e para a inspiração inovadora. A criação e a inovação resultam sempre das pessoas e do modo como estas respondem aos problemas de forma criativa e inovadora e partem dos recursos endógenos e do potencial diferenciador dos territórios, levando em conta a evolução e diversidade dos interesses dos turistas.

Sentir como sendo um local no turismo criativo é valorizar o cunho único de cada lugar e parte da participação e da interacção imersiva tanto educacional, como emocional e social, no local visitado e com a comunidade anfitriã.

Turismo em espaço rural (TER)

Os territórios rurais são os locais de eleição para um maior contacto com a natureza e com as actividades imersivas e de bem-estar que podem ser experimentadas nestes espaços, os quais são chamados de territórios de interior e por isso menos expostos à massificação turística, tendo um maior destaque ao  valorizar o seu património cultural e contribuir para a conservação do seu capital natural.

No turismo em espaço rural encontra-se alojamentos nas casas de campo, em agro-turismo e em hotéis rurais, ou ainda, estadas em glamping, uma modalidade recente que tem vindo a crescer.  A permanência turística nestes espaços rurais, levada a cabo com critérios e prácticas de sustentabilidade induz valor acrescido nas economias locais, emprego e fixação da população residente. Contribui ainda para uma oferta turística diferenciada, qualificada pelos seus activos endógenos e estrategicamente mais equilibrada na distribuição turística nacional.

A montante e a jusante desta oferta turística gravita um conjunto de actividades que alimentam, diversificam e qualificam a oferta turística de um território.

A evolução qualitativa da oferta de turismo em espaço rural deve ser vincada por factores de criatividade, nos serviços e produtos que são oferecidos aos turistas e no modo como são prestados. Esta criatividade deve ser induzida pelos valores intrínsecos à Natureza na diversidade das suas formas, cores e sons, nas relações sociais das comunidades locais e nos seus ritmos de vida, nas ligações que transitam entre história comum e a história local traduzidas pelas tradições e pelos usos e costumes, fazendo a diferença pelo sentimento de lugar das raízes e nas pertenças identitárias, mantendo a genuinidade e a autenticidade, não permitindo que sejam adulterados os conteúdos e a expressividade da ruralidade presente no território.

(Foto extraída internet)

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Dia Mundial do Turismo 2020

Zurab Pololikashvili, Secretário Geral da OMT

O turismo ajuda as comunidades rurais a conservar seu patrimônio natural e cultural único, apoiando projetos de conservação, muitos dos quais protegem espécies ameaçadas de extinção ou tradições e sabores perdidos.

Para muitas comunidades rurais, turismo significa oportunidade. Oferece emprego e capacitação económica, também para mulheres e jovens. Turismo significa para as comunidades rurais a capacidade de proteger e promover seu ambiente natural, bem como sua cultura e património. Com isto, permite aos turistas vivenciar experiências únicas.

Em 2020, o Dia Mundial do Turismo comemora a importância do sector para as comunidades que, de outra forma, poderiam ficar para trás.

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Construir um melhor turismo

A crise COVID-19 enfatizou a necessidade de fortalecer a resiliência do sector de turismo e despertou um senso de unidade e interconexão entre os actores do turismo.

Esta crise destaca tanto a fragilidade do ambiente natural e a necessidade de protegê-lo, bem como é crucial rever as interacções do turismo na economia, na sociedade e no meio ambiente. É uma oportunidade para acelerar a reflexão sobre consumo e os padrões de produção sustentáveis e construir um melhor turismo.

Conservação da Natureza, Educação Ambiental e Turismo,

é possível conciliar?

 

O desenvolvimento do Ecoturismo poderá originar a criação de um mercado de diferenciado em Portugal se potenciado pelas Associações da Defesa do Ambiente e Conservação da Natureza (ONGA), de modo que a educação ambiental presente no decurso regular das suas operações, possa ser incrementada nos objectivos do Ecoturismo.

Por esta via, resultará um acréscimo de valor ao Ecoturismo, dado o profundo conhecimento e especialização no conservacionismo ambiental activo que é reconhecido nas ONGA. É um tipo de conhecimento especializado que se pode cruzar com o conjunto do património paisagístico, a floresta, a biodiversidade, os endemismos, o património material e imaterial, a arquitectura vernacular e a arqueologia, a cultura popular, os produtos da terra, do campo e do mar, com a permanência do mosaico agropastoril a valorização dos serviços dos ecossistemas e com os recursos marinhos.

(Foto extraída da Internet)

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Parceria entre a APTERN e a ECOTURIS

Em boa hora se juntaram vontades e se determinaram objetivos para criar e fazer crescer a parceria entre a Associação Portuguesa de Turismo em Espaços Rurais e Naturais (APTERN) e a Ecoturis - Consultores em Ecoturismo e Turismo Sustentável.

Esta parceria, num período tão complicado e de enorme incerteza para o setor turístico, terá como corolário proporcionar, no âmbito dos projetos de investimento em turismo em espaço rural e natural, apoio de consultoria ao empreendedorismo para novos negócios e a investimentos já realizados que pretendam requalificar a sua oferta turística, assim como no apoio a entidades oficiais e a associações interessadas no turismo em espaço rural e natural.

Com uma visão comum de desenvolvimento sustentável do turismo, esta parceria propõe a todos os interessados a prestação de um serviço de consultoria especializada em áreas diversas, como a elaboração de  projetos de investimento em turismo rural e natural, o desenvolvimento de modelos de negócio, a criação e o desenvolvimento de produtos turísticos, o desenvolvimento de estratégias de promoção e ações de comunicação, a capacitação e qualificação dos destinos e da oferta turística, disponibilizando a APTERN no seu website um formulário de contacto.

Deste modo, julgamos com esta parceria puder contribuir mais ainda para um caminho de desenvolvimento sustentável no nosso país, fortalecendo o setor turístico em espaço rural e natural.

Coimbra, Agosto de 2020.

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Sobre turismo responsável

Significa ser responsável pelo território, onde se vive e se sente pertencer a uma comunidade que acolhe com segurança e gosto os turistas, deixando antever que o destino de turismo só será bom para ser visitado se for igualmente bom para se viver.

Ser um turista responsável - É visitar um destino onde se quer conhecer o modo de vida local, onde se reconhece a partilha de experiências, longe de multidões e possível de explorar a sua região, onde há sempre uma nova descoberta a fazer, um destino de vivências e de afectos, com toda uma oferta de arrebatamento nas suas actividades e pelo bem-receber da sua comunidade residente.

Proteger o ambiente natural - É um desafio no turismo responsável alcançar a protecção do ambiente natural, das paisagens que devem permanecer intocáveis, convivendo com uma agricultura sustentável e com localidades e negócios locais e só com todos se preservará a região visitada

(Foto extraída da Internet)

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Há mudança de comportamento no turismo pós-covid-19 para uma maior sustentabilidade?

Dizer-se que há mudanças na forma como se pensa em turismo, lazer e viagens, que a procura turística tende a optar por formas mais saudáveis e sustentáveis, será ainda cedo para ver. Se há uma nova normalidade para as viagens, só poderá ser marcada pela sustentabilidade ambiental e os turistas vão adaptar-se muito rapidamente. Nas empresas de turismo será fundamental que se ajustem também a estas mudanças de mudanças de comportamento. A aviação civil era a fonte de emissões de CO2 que vinha crescendo mais rapidamente até às restrições nos voos devido à COVID-19.

(Foto extraída da Internet)

Turismo Acessível


Deve estar presente, transversalmente, em todos os destinos turísticos de forma a que todos os espaços de lazer, naturais, culturais e desportivos, comerciais e de outras actividades turísticas sejam a acessíveis a todos os visitantes. Entenda-se o turismo acessível como um pré-requisito para qualquer tipo de turismo, dado que a melhoria no acesso eleva a qualidade e a segurança de todos os visitantes. Enquadramento: Organização Mundial de Turismo (OMT) e o Turismo de Portugal (TP).​

(Foto extraída da Internet)

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Benefícios do Ecoturismo, de que lado quer estar?

O Ecoturismo afirma-se como modo responsável e sustentável de fazer turismo, são vários os seus benefícios:

  • Investimento sustentável em infraestruturas e equipamentos sociais;

  • Estímulo ao artesanato, a manifestações culturais e a produtos locais;

  • Combate ao despovoamento;

  • Criação de emprego;

  • Melhor distribuição do rendimento disponível;

  • Conservação e manutenção da paisagem;

  • Benefícios para a vida silvestre, protecção de habitats e biodiversidade.

  • Auxílios para a conservação das áreas naturais e maior consciencialização ambiental;

  • Controlo de poluição.

(Foto extraída da Internet)

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O Turismo de Natureza, se mal gerido…

O Turismo da Natureza, se mal gerido, produz impactes que se podem verificar quer em trilhos e caminhos vicinais por pisoteio massivo, por veículos passíveis de derrame de óleos, com contaminações do solo e da água, de ruído excessivo, com a existência de lixo, deterioração da paisagem e da vegetação, colheita indevida de flora, perturbação da fauna terrestre e aquática, eliminação de habitats, entre outras situações gravosas no meio ambiente.

Impactes Negativos

  • Perda de valores culturais tradicionais;

  • Conflito social entre turistas e comunidade;

  • Especulação sobre terrenos e imóveis;

  • Utilização massiva das áreas turísticas;

  • Descaracterização da paisagem;

  • Poluição ambiental, água, solos, ruído e atmosfera;

  • Alteração nos habitats da fauna, coleta indevida de flora;

  • Erosão, desmatação e pisoteio indevido, excesso de meios de transporte poluentes.

(Foto extraída da Internet)

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Certificação em turismo, uma opção a ter em conta?

Muitas são as vantagens da certificação ambiental em turismo, nomeadamente, a garantia dada aos clientes que a oferta turística preenche critérios ambientais rigorosos, através de uma verificação por parte de uma entidade reconhecida.

Esta evidência de qualidade traduz-se no reforço da reputação da organização e do seu elevado grau de responsabilidade social.

A certificação ecológica é um factor que poderá ser determinante para a escolha do viajante nas suas opções de consumo em turismo.

Mas qual será o sistema de certificação mais indicado para uma determinada organização?

Na panóplia de selos ecológicos e sistemas de certificação para turismo, como escolher o mais adequado?

A Ecoturis pode ajudar a encontrar a melhor solução, consulte-nos.

(Foto extraída da Internet)

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Ecoturismo e Turismo de Natureza, o que são e como se diferenciam?

O Turismo de Natureza elenca a sustentabilidade no domínio da conservação da natureza, do desenvolvimento local e da divulgação e valorização do património cultural, mas focaliza-se, sobretudo, nos conteúdos recreativo e do lazer, de maior carácter lúdico, mais visual e de abordagem estética. É limitado às áreas protegidas e classificadas, as suas actividades não têm uma componente educacional, podem não ser ambientalmente sustentáveis ou responsáveis e podem não beneficiar economicamente o destino anfitrião.

O Ecoturismo, pelo seu lado, é prosseguido numa abordagem holística, mais integradora, podendo ser promovido noutros espaços com recursos naturais e culturais relevantes para o seu desenvolvimento, proporciona o envolvimento dos ecoturistas em experiências criativas e em atividades de índole educativa, potenciadas pela utilização de técnicas de interpretação do património natural e cultural.

O conceito de Ecoturismo promove princípios tais como:

- Impactes negativos mínimos nos ecossistemas naturais onde se realiza;

- Pequenos grupos de turistas;

- Turistas informados e conscientes

- Fomentar o respeito e a sensibilidade pela natureza e cultura local, no sentido da sua conservação;

- Proporcionar experiências positivas, tanto para visitantes como para os visitados com actividades educativas e científicas;

O Ecoturista diferencia-se pelo desejo de conhecer e aprender mais sobre o espaço natural visitado, pela vontade de ter contacto profundo com a Natureza e na interacção com as populações locais. (Fotos extraídas da Internet)

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Turismo - Produção e consumos sustentáveis, uma meta no curto prazo?

 

Nos destinos turísticos o desenvolvimento sustentável é, há muito tempo, uma necessidade e um imperativo. Como resposta, o sistema funcional do turismo deve iniciar uma forte e ampla adesão a sistemas normalizados de gestão ambiental e de gestão de responsabilidade social, com um conjunto de práticas e iniciativas e com a manutenção dos requisitos e critérios de sustentabilidade, evidenciando credibilidade e transparência no desempenho organizacional e compromissos de longo prazo com o desenvolvimento sustentável. (foto extraída da Internet)

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Restaurantes no turismo – Valorização dos produtos locais; Km 0?

 

Quem viaja de modo sustentável dará sempre preferência a restaurantes de experiências gastronómicas com produtos agro-alimentares de origem local, tanto pela sua produção, como pela sua transformação.

O turista que viaja de modo sustentável dá mais valor ao restaurante que reduz a pegada ecológica do transporte dos alimentos, no consumo de energia, no excesso de embalagens e nos custos de armazenagem, que contribui para a valorização da economia local e para a diversidade alimentar.

Nas experiências gastronómicas do viajante responsável são preferidos os restaurantes que recorrem aos produtos endógenos e biológicos, com processos de confecção marcadamente naturais, de comércio justo, ou ainda, para novos gostos e opções alimentares que promovem e fazem ressurgir usos culinários até então esquecidos, mas ligados a processos de saber-fazer, tradicionais e genuínos.

Foto extraída da Internet

O que espera o viajante nos alojamentos turísticos sustentáveis?

Que a localização e o design dos edifícios se enquadrem na paisagem, no património natural e cultural do local e da área circundante, respeitando a integridade do ambiente natural e património cultural, assim como os direitos da comunidade local.

Que em novas construções, reconstruções e adaptações, sejam utilizados materiais de construção com certificação ecológica e comprados localmente o máximo possível, com critérios de acesso para pessoas com deficiência oferecendo a possibilidade de experimentar a natureza e o património cultural.

Também as questões relativas ao modo de como o alojamento dá bom uso aos recursos naturais, à forma de como gere a energia, a água, os resíduos, a limpeza e a alimentação servida, sendo preocupações ambientais, revelam-se nas preferências de quem viaja de forma sustentável. 

Foto extraída da Internet

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Risco e segurança dos turistas em espaço rural

Com um tipo de floresta predominantemente monocultural e o modo como se encontra no terreno, propício à deflagração de grandes incêndios, colocam-se questões muito pertinentes sobre a segurança dos turistas.

Por outro lado, tem sido pouco muito evidente uma preparação ou um esforço adequado das empresas de turismo para se prevenirem para os fogos rurais, quer ao nível do planeamento e/ou ao nível de acções que possam melhorar o seu conhecimento sobre a incidência do fogo no tipo de destinos do território onde operam.

Proporcionar formação adequada sobre gestão de fogos rurais e promover boas práticas para o cumprimento da legislação em vigor, para empresas, guias, como para outros técnicos de turismo, entre outros intervenientes no turismo rural, afigura-se uma necessidade e uma boa medida.

Para melhor informação: Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF).

Foto extraída da Internet

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Uma reflexão sobre Turismo - Produção e consumo sustentáveis

Tornar o turismo sustentável implica a consciencialização e mobilização de decisores do setor público, as organizações e empresas e o público em geral, para que trabalhem juntos, alinhando-se com políticas ambientais, sociais e económicas com racionalidade e ética, induzindo a melhores comportamentos e práticas dos consumidores turísticos, numa exigência de responsabilização social e política dos nossos dias.

 

Leia mais em:

https://impactum-journals.uc.pt/cadernosgeografia/article/view/40_7/6043

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FAPAS-Porto

Face às circunstâncias relacionadas com a COVID-19 fica adiada a nossa participação nas XX! Jornadas do FAPAS. na temática Turismo e Ambiente.

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MONCHIQUE

Quando a frase “Less is more”, que aqui poderíamos traduzir como o que é pequeno faz a diferença para mais, acrescentando-se que com simplicidade, mas também com bom senso, vão sendo revistas as prioridades que encontramos em alguns concelhos de interior e em mutos dos projectos que connosco têm sido partilhados na senda do desenvolvimento sustentável, a que o Ecoturismo sendo também parte é, ao mesmo, uma ferramenta. Também assim foi em Monchique, em 19 de Fevereiro, no salão dos Paços do Concelho, cheio de operadores turísticos e técnicos interessados e participativos, que uma vez mais nos fez, com muito agrado, ultrapassar as 2h 30 min que temos previsto para este colóquio.

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NO MUNICÍPIO DE BARCELOS

Com cerca de 70 inscritos e face à importância que se atribui a recente legislação do ECoturismo, também o Município de Barcelos promoveu, no dia 15 de janeiro, às 15h00, na Biblioteca Municipal de Barcelos, o colóquio "Promoção e Desenvolvimento do Ecoturismo - Oportunidades para a região - Lei nº 86/2019, de 3 de setembro". A conferência teve como objetivo a promoção e o desenvolvimento do Ecoturismo numa ação técnica para o trade e agentes locais e para o mundo académico, e decorreu muito participada.

A ação visou dar a conhecer o enquadramento legal e as oportunidades para o território da Lei de promoção e desenvolvimento do Ecoturismo, identificar que fatores são determinantes para os Programas Regionais de Ecoturismo (PRE), preparar os técnicos e decisores para a nova legislação e interligar esta com as atuais mudanças na sociedade no que respeita à procura de soluções mais sustentáveis e promover uma reflexão sobre o conceito e sobre os resultados práticos do Ecoturismo.

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NO MUNICÍPIO DE AVIS

“Promoção e Desenvolvimento do Ecoturismo – Oportunidades para o Território” foi o tema do colóquio que, no dia 28 de novembro, reuniu mais de duas dezenas de técnicos de várias áreas ligadas ao turismo na Biblioteca Municipal José Saramago, em Avis.

Tendo como ponto de partida a Lei 86/2019, de 3 de setembro, que determina as linhas gerais para a promoção e desenvolvimento do Ecoturismo, esta sessão passou pela definição de conceitos, aplicação prática da filosofia e os potenciais benefícios para região, análise da nova legislação e a forma como será concretizada e análise de situações práticas e de “case studies”.

Mais do que dar respostas este colóquio lançou desafios aos diversos agentes turísticos, com base na ideia de que o Ecoturismo implica uma forma de agir, efetiva, diferente e sustentável, pelo que a nova legislação vem abrir uma janela de oportunidades à congregação de esforços para fazer mais, melhor e acima de tudo diferente."

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MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DE FRADES PROMOVEU COLÓQUIO SOBRE ECOTURISMO

"No dia 12 de novembro, o Município em parceria com a Ecoturis - Consultoria em Ecoturismo e Turismo Sustentável promoveu um colóquio sobre Ecoturismo no auditório da Biblioteca Municipal de Oliveira de Frades.

Deu início a esta sessão a vereadora Clara Vieira, desejando que a mesma fosse profícua e esclarecedora.

Este colóquio permitiu, assim, uma abordagem à nova legislação que visa a promoção e o desenvolvimento do Ecoturismo, que de acordo com a International Ecotourism Society, são viagens responsáveis pelas áreas naturais através das quais se contribui para a conservação ambiental e a melhoria das condições de vidas das populações locais.

Para além disso, deu a conhecer quais são as oportunidades que advêm para a região, identificando os fatores determinantes para os Programas Regionais de Ecoturismo (PRE), interligando a nova legislação com as atuais mudanças na sociedade no que respeita à procura de soluções mais sustentáveis e promovendo uma reflexão sobre o conceito e os resultados práticos do Ecoturismo."

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